Com a comemoração dos 25 anos da APAMPESP, presidente da AECOESP chega a seu quinto livro

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Com a comemoração dos 25 anos da APAMPESP, presidente da AECOESP chega a seu quinto livro

De: Victor Micelli

Na última sexta (25), em cerimônia realizada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, a Associação dos Professores Aposentados do Magistério Público do Estado de São Paulo (APAMPESP) comemorou 25 anos de fundação. Durante o evento foi lançado um livro comemorativo assinado por Sylvio Micelli, presidente da Associação dos Escreventes Técnicos Judiciários do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (AECOESP) que, além de Escrevente do TJSP, também é jornalista e professor de letras e chega ao quinto livro desde o primeiro lançado em 2010.

A obra intitulada “APAMPESP: 25 anos em Defesa do Professor Aposentado”, em mais de 200 páginas resgata a formação da principal entidade representativa de servidores do país. As outras publicações de Sylvio Micelli foram sobre a história da Comissão Consultiva Mista do Iamspe (2010), os 60 anos do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (2012), os 21 anos de fundação da Confederação Nacional dos Servidores Públicos (2014), os 85 anos da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (2016). Os dois últimos foram feitos em conjunto com outros jornalistas.

PERGUNTAS PARA SYLVIO MICELLI

ASCOM AECOESP: Como é a experiência de lançar o seu quinto livro?

Sylvio Micelli: Acho que todo jornalista sonha em escrever um livro, seja autoral, seja institucional. Sou muito feliz por chegar ao quinto livro. É uma realização profissional imensa. O livro meio que eterniza aquilo que você pensa e quer passar ao leitor.

A.A.: Como você define esse livro?

S.M.: O livro sobre os 25 anos da Apampesp foi especial, principalmente porque boa parte da história envolveu pessoas que não estão mais entre nós. Isso redobra o trabalho porque você tem que tentar entender o contexto sem poder saber ao certo o que aconteceu. Então é um quebra-cabeça que você vai unindo entrevistas daqui, textos de lá para montar o contexto do livro.

A.A.: O quão importante esse livro é para você? O representa de que forma?

S.M.: Livro é como filho. Todos são importantes e todos representam você. Eles são diferentes entre si, mas você os ama do jeito que são.

A.A.: Fale um pouco sobre a escolha dos textos, imagens, ordem em que aparecem, como foi o processo? Esse foi seu livro mais demorado, correto?

S.M.: Sim. Foi o livro mais demorado porque envolveu uma série de fatores que foi postergando a publicação. Como disse, por se tratar de um material sobre professores aposentados e muita gente de idade, houve perdas pelo caminho, morte de pessoas importantes que não houve tempo para entrevistar. Este livro renderia outro livro sobre como foi feito. Quando você faz um livro institucional, ou seja, um livro que conta uma história de uma empresa ou associação, você obrigatoriamente tem que seguir uma ordem cronológica para não se esquecer de nenhuma passagem. Tudo passa por um conselho editorial que separou o material que entendeu ser mais importante. Uma dificuldade que se tem hoje com imagens antigas é a qualidade gráfica. Mas todas as fotos e imagens foram devidamente tratadas para que a publicação mantivesse seu rigor técnico. Além do conteúdo, claro, a impressão deve ser feita com qualidade em respeito ao material e a todas as pessoas envolvidas.

A.A.: Como você se descreve como escritor?

S.M.: Eu sou um jornalista. E levo isso para os livros. Eu preciso explicar para o leitor aquela regra básica do jornalismo: que, quando, onde, porque, de quem etc. Você tem que escrever para quem não conhece a história, ou seja, explicar desde o início para que o leitor saiba do que ocorreu, mesmo que ele não tenha vivenciado a história. Eu sou isso: um jornalista que ataca de escritor de vez em quando.

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A Associação dos Escreventes Técnicos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo foi fundada em decorrência das necessidades dos Escreventes e de todos os funcionários do Judiciário paulista, de ter uma entidade forte, independente e combativa que os representassem e defendessem diante dos poderes constituídos, que encampasse uma luta por melhores condições de trabalho, salários e visasse uma preparação profissional para que os servidores pudessem melhor atender os usuários da justiça.

Por outro lado pensava também em fundar uma entidade que fosse capaz, de socorrer seus associados em situações emergenciais, facilitando-os na aquisição de remédios, mantimentos, assistência jurídica, odontológica, médica e maior entrosamento entre os servidores, através de atividades esportivas, proporcionando ainda cursos e viagens de turismo, visando sempre o desenvolvimento intelectual e profissional de seus sócios.

Foi exatamente para atender estes anseios, que alguns escreventes após várias reuniões e encontros decidiram no dia oito de março de 1968, no auditório do tradicional Clube Piratininga, na Rua Formosa, fundar finalmente a Associação dos Escreventes dos Cartórios oficializados, daí portanto a necessidade de se ressaltar o nome Cartórios Oficializados.

Os tempos mudaram e a realidade hoje é outra, os desafios e as dificuldades aumentaram, e a necessidade de interagir com os funcionários do Judiciário, bem como todos os usuários da justiça e da sociedade como um todo também. Foi exatamente pensando nisto que a atual diretoria empossada em 1 de janeiro de 2006, propôs em assembleia da categoria, e foi aprovada por unanimidade a adequação do nome para Associação dos Escreventes Técnicos Judiciários do Tribunal de Justiça de São Paulo, e também criação de orgãos de divulgação visando informar a todos sobre a atuação, participação e lutas que esta entidade vem empreendendo juntamente com outras entidades representativas do judiciário e funcionalismo público mas também de assuntos que envolvem toda a sociedade, de forma clara, livre e independente de qualquer conotação político-partidária como também ideológica.

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