Pública realiza evento para discutir a Reforma da Previdência

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Pública realiza evento para discutir a Reforma da Previdência

Dando início às comemorações de quatro anos de fundação, a serem completados no próximo dia 10, a Pública – Central do Servidor realizou, na manhã dessa sexta (2), um debate sobre a aprovação da PEC 6/19, em primeiro turno na Câmara, que trata sobre a Reforma da Previdência. O evento ocorreu no Plenário Paulo Kobayashi da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, numa iniciativa do deputado estadual Carlos Giannazi.

José Gozze, presidente da Federação das Entidades de Servidores Públicos do Estado de São Paulo (Fespesp) e também da Central, deu início aos trabalhos fazendo uma breve apresentação do que é a Pública e qual foi sua atuação nestes quatro anos. Falou da importância da união dos servidores para que haja fortalecimento de todas as categorias do funcionalismo.

Em seguida, o jornalista Antonio Augusto de Queiroz, o Toninho do Diap () fez longa análise dos pontos aprovados no 1º turno, dos prejuízos que isso traz aos servidores e aos trabalhadores em geral e fez projeções sobre a tramitação da proposta em 2º turno na Câmara, o que já deve ocorrer na próxima semana e o trabalho que deve ser feito no Senado Federal.

O presidente da Associação dos Escreventes Técnicos Judiciários do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (AECOESP), Sylvio Micelli pronunciou-se sobre a inclusão ou não de estados e municípios na proposta, algo que não foi aprovado em 1º turno, mas que pode voltar no Senado Federal e também fez críticas aos projetos de lei que pretendem derrubar a estabilidade do funcionário público.

“Nós, que já temos um tempo de casa vivemos uma época em que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo chegou a fazer uma avaliação de seus servidores. Entretanto, sendo por meio de critérios subjetivos, esta avaliação estava muito mais baseada no fator amizade com os superiores hierárquicos, que propriamente em competência”, afirmou Micelli

O presidente da AECOESP perguntou ao palestrante sua opinião sobre a questão de estados e municípios, “o que era menos ruim para o funcionalismo” e Queiroz respondeu que, “o que for possível postergar até para uma avalição do que virá a acontecer com os federais é o ideal”.

Além de Sylvio Micelli, a AECOESP também esteve representada pelo seu 1º Secretário, Claudio Leopoldino.

O encontro teve presenças de diversas lideranças das várias categorias do estado de São Paulo e contou, também, com a presença de diretores da Pública vindos de Minas Gerais, Ceará e Rio Grande do Sul.

O programa de TV “Cidadania & Serviço Público” da Fespesp apresentará em futuras edições, os principais momentos do debate.

ASCOM AECOESP

Victor Micelli e Duda Micelli

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A Associação dos Escreventes Técnicos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo foi fundada em decorrência das necessidades dos Escreventes e de todos os funcionários do Judiciário paulista, de ter uma entidade forte, independente e combativa que os representassem e defendessem diante dos poderes constituídos, que encampasse uma luta por melhores condições de trabalho, salários e visasse uma preparação profissional para que os servidores pudessem melhor atender os usuários da justiça.

Por outro lado pensava também em fundar uma entidade que fosse capaz, de socorrer seus associados em situações emergenciais, facilitando-os na aquisição de remédios, mantimentos, assistência jurídica, odontológica, médica e maior entrosamento entre os servidores, através de atividades esportivas, proporcionando ainda cursos e viagens de turismo, visando sempre o desenvolvimento intelectual e profissional de seus sócios.

Foi exatamente para atender estes anseios, que alguns escreventes após várias reuniões e encontros decidiram no dia oito de março de 1968, no auditório do tradicional Clube Piratininga, na Rua Formosa, fundar finalmente a Associação dos Escreventes dos Cartórios oficializados, daí portanto a necessidade de se ressaltar o nome Cartórios Oficializados.

Os tempos mudaram e a realidade hoje é outra, os desafios e as dificuldades aumentaram, e a necessidade de interagir com os funcionários do Judiciário, bem como todos os usuários da justiça e da sociedade como um todo também. Foi exatamente pensando nisto que a atual diretoria empossada em 1 de janeiro de 2006, propôs em assembleia da categoria, e foi aprovada por unanimidade a adequação do nome para Associação dos Escreventes Técnicos Judiciários do Tribunal de Justiça de São Paulo, e também criação de orgãos de divulgação visando informar a todos sobre a atuação, participação e lutas que esta entidade vem empreendendo juntamente com outras entidades representativas do judiciário e funcionalismo público mas também de assuntos que envolvem toda a sociedade, de forma clara, livre e independente de qualquer conotação político-partidária como também ideológica.

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