ABRAÇO AO IAMSPE – PROTESTO

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ABRAÇO AO IAMSPE – PROTESTO

Com “abraço” e palavras de ordem, servidores fazem protesto no Iamspe

Centenas de servidores de diversas partes do estado participaram, na manhã dessa quinta (25), de um Ato Público em Defesa do Iamspe. O evento foi promovido pela Comissão Consultiva Mista do Iamspe com o apoio das entidades de funcionários do Instituto e representações do funcionalismo nos diversos segmentos.

A reunião habitual, que ocorre toda a última quinta-feira do mês, deu lugar a uma mobilização que trouxe diversos problemas de atendimento com manifestação inclusive de usuários do Hospital do Servidor Público.

O presidente estadual da CCM Iamspe, professor Guilherme Nascimento, em frente ao Centro de Integralidade, deu início ao ato fazendo relato das problemas e fez críticas ao que chamou de “imobilismo” da administração. “Há sete meses temos um novo superintendente e nada caminhou. Há um total sentimento de ausência”, pontuou. Nascimento ainda relembrou da necessidade de contrapartida do governo para o custeio da saúde do funcionalismo e a criação de um conselho deliberativo, fiscal e paritário para gerir o Iamspe.

O deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL) esteve presente à manifestação. Parabenizou a CCM pela organização do ato, fez críticas ao governo estadual e afirmou que em agosto, o tema deve ser discutido na Assembleia Legislativa por meio da reconstituição da Frente Parlamentar em Defesa do Iamspe. Giannazi também defendeu a aprovação do PL 52/2018 que transforma o Iamspe numa autarquia especial e que houve concordância, por meio de emendas, entre a CCM Iamspe e a gestão anterior do Instituto.

O presidente da Associação dos Escreventes Técnicos Judiciários do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (AECOESP), Sylvio Micelli, que já presidiu a CCM Estadual e hoje exerce a função de Coordenador da Grande São Paulo falou que resolver o problema do Iamspe é fácil, mas falta vontade política. “O Orçamento aprovado pela Alesp para 2019 ultrapassa 226 bilhões de reais e o que nós queremos é apenas 0,4% disso para dar um atendimento decente ao servidor”, explicou. E ironizou: “não é preciso capacidade cognitiva para resolver isso. Basta querer”.

Dezenas de representantes se manifestaram e muitas palavras de ordem foram proferidas como “2%, Já!”, “Conselho Paritário, Já!”. Também foi alvo de muitas críticas, o atual superintendente do Instituto, Wilson Modesto Pollara, cuja presença foi chamada ao ato por diversas vezes.

Ao final do Ato, os presentes deram um “abraço” no HSPE, entre o Prédio dos Ambulatórios até a esquina da Avenida Ibirapuera, à entrada do antigo Pronto Socorro que, reformado pela atual administração e com promessa de abertura em abril passado, ainda não foi inaugurado.

O próximo encontro da CCM Estadual deve ocorrer em audiência na Assembleia Legislativa, no próximo dia 29 de agosto.

Fotos: Camila Marques (Assojubs) e Sylvio Micelli (Aecoesp)

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A Associação dos Escreventes Técnicos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo foi fundada em decorrência das necessidades dos Escreventes e de todos os funcionários do Judiciário paulista, de ter uma entidade forte, independente e combativa que os representassem e defendessem diante dos poderes constituídos, que encampasse uma luta por melhores condições de trabalho, salários e visasse uma preparação profissional para que os servidores pudessem melhor atender os usuários da justiça.

Por outro lado pensava também em fundar uma entidade que fosse capaz, de socorrer seus associados em situações emergenciais, facilitando-os na aquisição de remédios, mantimentos, assistência jurídica, odontológica, médica e maior entrosamento entre os servidores, através de atividades esportivas, proporcionando ainda cursos e viagens de turismo, visando sempre o desenvolvimento intelectual e profissional de seus sócios.

Foi exatamente para atender estes anseios, que alguns escreventes após várias reuniões e encontros decidiram no dia oito de março de 1968, no auditório do tradicional Clube Piratininga, na Rua Formosa, fundar finalmente a Associação dos Escreventes dos Cartórios oficializados, daí portanto a necessidade de se ressaltar o nome Cartórios Oficializados.

Os tempos mudaram e a realidade hoje é outra, os desafios e as dificuldades aumentaram, e a necessidade de interagir com os funcionários do Judiciário, bem como todos os usuários da justiça e da sociedade como um todo também. Foi exatamente pensando nisto que a atual diretoria empossada em 1 de janeiro de 2006, propôs em assembleia da categoria, e foi aprovada por unanimidade a adequação do nome para Associação dos Escreventes Técnicos Judiciários do Tribunal de Justiça de São Paulo, e também criação de orgãos de divulgação visando informar a todos sobre a atuação, participação e lutas que esta entidade vem empreendendo juntamente com outras entidades representativas do judiciário e funcionalismo público mas também de assuntos que envolvem toda a sociedade, de forma clara, livre e independente de qualquer conotação político-partidária como também ideológica.

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