AECOESP participa de Audiência Pública contra a PEC 6 na Assembleia

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AECOESP participa de Audiência Pública contra a PEC 6 na Assembleia

Nesta segunda (25), por iniciativa do deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL) e a pedido da Frente Paulista em Defesa da Previdência, foi realizada uma Audiência Pública contra a Proposta de Emenda Constitucional nº 6/2019, que trata da Reforma da Previdência. O evento aconteceu no Auditório Paulo Kobayashi da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e contou com representantes de associações, sindicatos, federações e confederações de servidores, além de membros de centrais sindicais. A mesa inicial dos trabalhos, além do parlamentar proponente do evento, foi composta por José Gozze, presidente da Federação das Entidades de Servidores Públicos do Estado de São Paulo (Fespesp); Lineu Neves Mazano, presidente da Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos no Estado de São Paulo (Fessp-ESP); Antonio Carlos Fernandes Lima Junior, presidente da Confederação Nacional das Carreiras Típicas de Estado (Conacate), Dirce Namie Kosugi, coordenadora do Movimento Acorda Sociedade (MAS) no estado de São Paulo; Paulo Penteado Teixeira Junior, presidente da Associação Paulista do Ministério Público (APMP) e Fernando Figueiredo Bartoletti, presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis).

A Associação dos Escreventes Técnicos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (AECOESP), por meio de seu presidente Sylvio Micelli esteve presente ao evento, ao lado de outros colegas do funcionalismo do Judiciário, Legislativo e Executivo. Os membros da Frente Paulista em Defesa da Previdência Pública também estiveram presentes em grande número à audiência.

Micelli ironizou o “desgoverno” federal que, em menos de cem dias conseguiu se “auto-destruir”, mas que é preciso atenção para que as diversas fraturas do governo Bolsonaro possam ser exploradas em prol do funcionalismo e dos trabalhadores em geral. O presidente da AECOESP também alertou para possível projeto de majoração da contribuição previdenciária dos servidores paulistas à São Paulo Previdência (SPPrev), da qual é membro do Conselho de Administração. “Há pelos menos 2 anos, já se discute a majoração de 11% para 14%, que só não prosperou devido ao momento político pelo qual passamos nos últimos anos, mas devemos combater em âmbito nacional e também aqui no nosso estado”, ponderou.

Ao finalizar, Sylvio Micelli solicitou aos colegas representantes da Segurança Pública para que orientem seus representados no sentido de não haver repressão às manifestações, especialmente por parte de policiais. “É preciso haver o entendimento de que todos estamos na mesma ‘barca furada’. Então não podemos concordar com repressões, quaisquer que sejam, pois se houver esta cisão, perderemos todos”, concluiu.

Além de diversas manifestações de lideranças, participaram da audiência os deputados Paulo Fiorilo (PT), Adriana Borgo (PROS), Delegado Olim (PP) e o vereador Celso Giannazi (PSOL).

📸Victor Micelli

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A Associação dos Escreventes Técnicos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo foi fundada em decorrência das necessidades dos Escreventes e de todos os funcionários do Judiciário paulista, de ter uma entidade forte, independente e combativa que os representassem e defendessem diante dos poderes constituídos, que encampasse uma luta por melhores condições de trabalho, salários e visasse uma preparação profissional para que os servidores pudessem melhor atender os usuários da justiça.

Por outro lado pensava também em fundar uma entidade que fosse capaz, de socorrer seus associados em situações emergenciais, facilitando-os na aquisição de remédios, mantimentos, assistência jurídica, odontológica, médica e maior entrosamento entre os servidores, através de atividades esportivas, proporcionando ainda cursos e viagens de turismo, visando sempre o desenvolvimento intelectual e profissional de seus sócios.

Foi exatamente para atender estes anseios, que alguns escreventes após várias reuniões e encontros decidiram no dia oito de março de 1968, no auditório do tradicional Clube Piratininga, na Rua Formosa, fundar finalmente a Associação dos Escreventes dos Cartórios oficializados, daí portanto a necessidade de se ressaltar o nome Cartórios Oficializados.

Os tempos mudaram e a realidade hoje é outra, os desafios e as dificuldades aumentaram, e a necessidade de interagir com os funcionários do Judiciário, bem como todos os usuários da justiça e da sociedade como um todo também. Foi exatamente pensando nisto que a atual diretoria empossada em 1 de janeiro de 2006, propôs em assembleia da categoria, e foi aprovada por unanimidade a adequação do nome para Associação dos Escreventes Técnicos Judiciários do Tribunal de Justiça de São Paulo, e também criação de orgãos de divulgação visando informar a todos sobre a atuação, participação e lutas que esta entidade vem empreendendo juntamente com outras entidades representativas do judiciário e funcionalismo público mas também de assuntos que envolvem toda a sociedade, de forma clara, livre e independente de qualquer conotação político-partidária como também ideológica.

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