Campanha Salarial 2019 – Em defesa de uma pauta objetiva

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Campanha Salarial 2019 – Em defesa de uma pauta objetiva

Com a instalação do Ano Judiciário, ocorrido nesse 6 de fevereiro, desencadeia-se, também, a Campanha Salarial dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Aliás, já há um Encontro Estadual marcado para o próximo dia 16 de fevereiro, na cidade de Dracena, interior paulista, quando representantes associativos e sindicais, bem como colegas servidores, deverão discutir a pauta de reivindicações da categoria.

Já há alguns anos, o tema tem sido objeto de debates, mas tem prevalecido nas assembleias estaduais, a aprovação de uma pauta que, além dos itens financeiros (reposição salarial, pagamento de atrasados etc), vem acompanhada de uma série de itens assessórios que contemplam importantes demandas da categoria e quero ressaltar aqui, que tais itens devem ser discutidos.

Há, porém, um óbice importante nas longas pautas que têm sido encaminhadas ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Em que pese, reitero, respeitar todas as demandas apresentadas nos últimos anos, a realidade mostrou-se adversa, pois de forma hábil, o TJSP centra a “solução” nestas questões assessórias, monta grupos de trabalho cujo resultado dos trabalhos não tem sido o desejado por todos e o principal para a categoria que é “dinheiro no bolso”, acaba sendo tratado como um assunto de somenos importância, sem a força necessária para o embate.

Portanto, é preciso romper com tal “status quo”, ou seja, a repetição ad infinitum das mesmas propostas sem que se chegue ao cerne da questão.

Desta forma, a Associação dos Escreventes Técnicos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo – AECOESP, por meio de uma decisão deliberada em suas instâncias, trabalhará por uma pauta ágil, objetiva, sem rodeios, que contemple apenas questões financeiras, tais como reposição salarial anual, pagamento de atrasados que nos é devido desde a exitosa greve de 2001 e a liquidação de toda a dívida que o TJSP tem para com seus servidores (licenças-prêmio, férias em pecúnia, FAMs e outras de caráter administrativo).

A AECOESP entende que todos os esforços devem ser envidados no sentido de quitar o que já se deve à categoria. É preciso criar um cronograma definitivo para que os nossos colegas possam, ainda em vida, receber os seus direitos.

Desta forma pedimos aos demais representantes e à categoria em geral que reflitam sobre a repetição de encaminhar uma nova pauta extensa, cujos resultados serão, invariavelmente, menores do que poderiam.

A AECOESP ainda esclarece que sua principal meta – o Nível Superior para o cargo de Escrevente Técnico Judiciário – também não deve figurar numa pauta conjunta, por se tratar de matéria específica desta associação, ainda que saiba que a grande maioria dos servidores do TJSP é composta por Escreventes.

É isso, enfim, que será defendido por esta associação em encontros, reuniões, sendo também divulgado este posicionamento nas redes sociais da Entidade.

Sylvio Micelli
Presidente da AECOESP

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A Associação dos Escreventes Técnicos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo foi fundada em decorrência das necessidades dos Escreventes e de todos os funcionários do Judiciário paulista, de ter uma entidade forte, independente e combativa que os representassem e defendessem diante dos poderes constituídos, que encampasse uma luta por melhores condições de trabalho, salários e visasse uma preparação profissional para que os servidores pudessem melhor atender os usuários da justiça.

Por outro lado pensava também em fundar uma entidade que fosse capaz, de socorrer seus associados em situações emergenciais, facilitando-os na aquisição de remédios, mantimentos, assistência jurídica, odontológica, médica e maior entrosamento entre os servidores, através de atividades esportivas, proporcionando ainda cursos e viagens de turismo, visando sempre o desenvolvimento intelectual e profissional de seus sócios.

Foi exatamente para atender estes anseios, que alguns escreventes após várias reuniões e encontros decidiram no dia oito de março de 1968, no auditório do tradicional Clube Piratininga, na Rua Formosa, fundar finalmente a Associação dos Escreventes dos Cartórios oficializados, daí portanto a necessidade de se ressaltar o nome Cartórios Oficializados.

Os tempos mudaram e a realidade hoje é outra, os desafios e as dificuldades aumentaram, e a necessidade de interagir com os funcionários do Judiciário, bem como todos os usuários da justiça e da sociedade como um todo também. Foi exatamente pensando nisto que a atual diretoria empossada em 1 de janeiro de 2006, propôs em assembleia da categoria, e foi aprovada por unanimidade a adequação do nome para Associação dos Escreventes Técnicos Judiciários do Tribunal de Justiça de São Paulo, e também criação de orgãos de divulgação visando informar a todos sobre a atuação, participação e lutas que esta entidade vem empreendendo juntamente com outras entidades representativas do judiciário e funcionalismo público mas também de assuntos que envolvem toda a sociedade, de forma clara, livre e independente de qualquer conotação político-partidária como também ideológica.

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